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Yduqs convoca assembleia para deliberar sobre incorporação da Afya

A Yduqs, companhia brasileira com sede no Rio de Janeiro, aprovou o protocolo de incorporação da Afya, que será extinta, e convocou para 25 de novembro de 2026 a assembleia que vota a operação.

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Foto: InfoMoney
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04/11 às 08:01, atualizado 08:46

Pontos principais

  • A Yduqs fixou a relação de troca em 6,408347 ações ordinárias suas por ação Classe A ou Classe B da Afya, com dados de 14 de setembro de 2026.
  • Com essa relação, os acionistas da Afya ficarão com 69,0% da companhia combinada e os da Yduqs com 31,0%.
  • A Yduqs estima cerca de 38 mil alunos de graduação em medicina na companhia combinada: 11,4 mil da Yduqs e 26,4 mil da Afya.
  • A Yduqs projeta sinergias com VPL de R$ 2 bilhões a R$ 2,2 bilhões, 80% delas em até três anos após o fechamento, com taxa de crescimento de 4,3% e WACC de 14,01% como premissas.
  • A Yduqs estima que os custos totais da incorporação não ultrapassarão R$ 50 milhões.
  • A Yduqs registra que a companhia combinada ficará sujeita ao Pilar 2 da OCDE, com alíquota mínima efetiva de 15% por jurisdição, o que pode elevar sua carga tributária.
  • A Yduqs informa que seus acionistas não terão direito de retirada, por ela ser a sociedade incorporadora.
  • O BTG Pactual elaborou fairness opinion para a Yduqs sobre a equidade, do ponto de vista financeiro, do valor econômico relativo das companhias.

O Conselho de Administração da Yduqs, com sede no Rio de Janeiro, aprovou a celebração do protocolo de incorporação da Afya Limited, companhia constituída nas Ilhas Cayman com ações negociadas na Nasdaq. Pela operação, a Afya será extinta e a Yduqs lhe sucederá em todos os bens, direitos e obrigações. A Yduqs permanecerá no Novo Mercado da B3. A combinação, prevista no acordo de associação assinado em 23 de setembro de 2026, reúne duas plataformas complementares de educação superior no Brasil e unifica as bases acionárias das duas companhias.

O conselho também convocou a assembleia geral extraordinária da Yduqs para 25 de novembro de 2026, em primeira convocação, para deliberar sobre o protocolo e a operação. A Yduqs informa que a consumação depende da aprovação final e irrecorrível do Cade, das assembleias das duas companhias e de outras condições precedentes. O Plan of Merger, regido pelas leis das Ilhas Cayman, só será assinado depois da aprovação pela assembleia da Afya.

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