Setor pesqueiro apoia permanência de ministro, mas cobra autonomia
Representantes da indústria pedem mais orçamento e autonomia para o Ministério da Pesca, criticando a gestão compartilhada com o Meio Ambiente.
Pontos principais
- O setor produtivo defende a continuidade de Édipo Araújo no comando do Ministério da Pesca e Aquicultura.
- A Abipesca solicita um aumento no orçamento da pasta, que tem previsão de R$ 375,2 milhões para 2027.
- Entidades do setor criticam o modelo de gestão compartilhada com o Ministério do Meio Ambiente, apontando lentidão em decisões estratégicas.
- O setor busca a definição clara de atribuições entre os ministérios para garantir maior agilidade e segurança jurídica.
O setor produtivo brasileiro manifestou apoio à permanência de Édipo Araújo no comando do Ministério da Pesca e Aquicultura. Apesar do respaldo ao ministro, a Associação Brasileira das Indústrias de Pescados (Abipesca) exige maior autonomia para a pasta e um reforço no orçamento, que possui previsão de R$ 375,2 milhões para o ano de 2027.
As entidades criticam o atual modelo de gestão compartilhada com o Ministério do Meio Ambiente, argumentando que a sobreposição de competências atrasa decisões estratégicas importantes para o desenvolvimento da atividade. O setor defende uma definição mais clara das atribuições entre as pastas para garantir maior agilidade administrativa e segurança jurídica, visando fortalecer o ministério que foi recriado durante o governo Lula.
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