Ucrânia retoma ataques a refinarias russas após pausa por pressão de Trump
A Ucrânia voltou a atacar refinarias russas após uma pausa não anunciada de cerca de duas semanas que, segundo o Wall Street Journal, veio após semanas de pressão de Trump.
Pontos principais
- A Ucrânia retomou ataques contra refinarias de petróleo em território russo, encerrando uma pausa de cerca de duas semanas.
- A Fire Point, fabricante dos drones FP-1, afirma que atingiu a refinaria de Novokuibyshevsk, na região russa de Samara, com numerosos impactos e dano a uma unidade de hidrotratamento de diesel.
- Segundo a Fire Point, a refinaria tem capacidade de projeto de cerca de 8,8 milhões de toneladas de petróleo por ano; a empresa não apresenta verificação independente dos danos.
- Segundo o WSJ, a pausa deveria durar até depois das eleições de meio de mandato nos EUA, possivelmente até novembro.
A Ucrânia voltou a atacar refinarias russas depois de uma pausa que nunca foi anunciada. Segundo o Wall Street Journal, pessoas com conhecimento das operações atribuem a interrupção a semanas de pressão de Trump, que abalou a confiança de Kiev no apoio dos Estados Unidos.
No início da pausa, a crise entre os dois governos estava no auge: dias antes, Trump havia pedido a saída de Zelensky, e a SpaceX restringira o uso do Starlink pela Ucrânia.
Fontes primárias
Fire Point: ataque com drones FP-1 à refinaria de Novokuibyshevsk
As Forças Armadas da Ucrânia, com drones FP-1, atingiram o complexo da refinaria de Novokuibyshevsk, na região de Samara. A fabricante afirma numerosos impactos no território da fábrica, com uma das unidades atingidas a de hidrotratamento de diesel. Cita capacidade de projeto de cerca de 8,8 milhões de toneladas de petróleo por ano. É alegação da própria empresa, sem verificação independente de danos.
Ukraine Pauses Strikes on Russian Refineries After Pressure From U.S.
Segundo pessoas com conhecimento das operações, a Ucrânia pausou informalmente, desde o início da semana anterior, os ataques às refinarias russas, após semanas de pressão de Trump que abalou a confiança de Kyiv no apoio dos EUA. A pausa não foi anunciada e deveria durar até depois das eleições de meio de mandato nos EUA, possivelmente mais em novembro. A reportagem situa o episódio em meio à crise: dias antes, Trump pedira a saída de Zelensky, e a SpaceX restringira o uso do Starlink pela Ucrânia. Não há documento oficial; as fontes não são identificadas.
