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Desemprego cai a 5,2% no 3º trimestre de 2026, menor taxa desde 2012

A taxa de desemprego no Brasil recuou para 5,2% no terceiro trimestre de 2026, atingindo o menor nível para o período desde o início da série histórica em 2012.

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Foto: Folha de São Paulo - Mercado
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30/10 às 09:31, atualizado 11:02

Pontos principais

  • A taxa de desocupação caiu de 5,4% no segundo trimestre para 5,2% no terceiro trimestre de 2026.
  • O número de desocupados recuou para 5,6 milhões de pessoas, uma queda de 4% em relação ao trimestre anterior.
  • A população ocupada atingiu o recorde de 103,6 milhões de trabalhadores.
  • O nível da ocupação alcançou a marca histórica de 59%.
  • O setor público registrou recorde de 13,2 milhões de empregados, impulsionado por contratações na educação e administração municipal.
  • O número de empregadores atingiu o patamar recorde de 4,5 milhões.
  • A massa de rendimento real habitual atingiu R$ 387,5 bilhões, o maior valor da série histórica do IBGE.

A taxa de desemprego no Brasil recuou para 5,2% no trimestre encerrado em setembro de 2026, conforme dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice representa o menor patamar para o terceiro trimestre desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), iniciada em 2012. Em comparação com o trimestre anterior, houve uma queda de 0,2 ponto percentual, enquanto em relação ao mesmo período de 2025, a redução foi de 0,4 ponto percentual.

O mercado de trabalho brasileiro atingiu o recorde de 103,6 milhões de pessoas ocupadas, com o nível de ocupação chegando a 59%. O contingente de desocupados caiu para 5,6 milhões de pessoas, o que representa uma redução de 4% frente ao trimestre imediatamente anterior. Entre os destaques setoriais, a construção civil apresentou crescimento de 2,8% no período, enquanto o setor público atingiu a marca histórica de 13,2 milhões de trabalhadores, impulsionado por contratações na administração municipal e na área da educação.

Além do aumento na ocupação, os indicadores de renda também apresentaram resultados positivos. A massa de rendimento real habitual alcançou R$ 387,5 bilhões, estabelecendo o maior valor já registrado pela série histórica. O contingente de empregadores também atingiu um recorde, totalizando 4,5 milhões de pessoas. Enquanto isso, o rendimento real habitual médio manteve estabilidade no trimestre, situando-se em R$ 3.790, o que representa uma alta de 3,6% no acumulado de 12 meses.

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