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Desemprego cai para 5,3% no Brasil no trimestre encerrado em julho

Taxa de desocupação recuou 0,5 ponto percentual, atingindo o menor patamar para o período na série histórica da PNAD Contínua do IBGE.

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Foto: Folha de São Paulo - Mercado
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27/08 às 09:32, atualizado 14:04

Pontos principais

  • A taxa de desemprego caiu de 5,8% para 5,3% no trimestre encerrado em julho de 2026.
  • O número de pessoas desempregadas no país recuou para 5,8 milhões.
  • A população ocupada atingiu o recorde de 103,3 milhões de trabalhadores.
  • O setor de construção civil foi o principal impulsionador da criação de vagas.
  • O rendimento médio do trabalhador manteve-se estável em R$ 3.762.

A taxa de desemprego no Brasil recuou para 5,3% no trimestre encerrado em julho de 2026, conforme dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgados pelo IBGE. O índice representa uma queda de 0,5 ponto percentual em relação ao trimestre anterior e marca o menor patamar para este período específico desde o início da série histórica da pesquisa. O contingente de pessoas desocupadas no país totalizou 5,8 milhões, uma redução de 8% na comparação trimestral e de 4,9% em relação ao mesmo período do ano passado.

O mercado de trabalho brasileiro também registrou um recorde na população ocupada, que alcançou 103,3 milhões de pessoas. Segundo o levantamento, o setor da construção civil foi o principal motor para o crescimento das contratações no período. Enquanto a taxa de informalidade se situou em 37,5% e a população desalentada caiu para 2,3 milhões, o rendimento médio real dos trabalhadores permaneceu estável, fixando-se em R$ 3.762. A estabilidade na renda, aliada à expansão do número de ocupados, reflete o atual momento de dinamismo no mercado de trabalho nacional.

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