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Prefixados do Tesouro Direto recuam após alta em 26/10

No Brasil, o Tesouro Nacional registra que os prefixados subiram em 26/10 e recuaram em 28/10, quando só alguns vencimentos entre 2031 e 2035 seguiam acima de 15% ao ano.

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Foto: InfoMoney
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29/10 às 11:15, atualizado 14:33

Pontos principais

  • Prefixados sem juros semestrais com vencimento em 2027, 2028 e 2029: 13,48%, 14,38% e 14,88% ao ano em 28/10.
  • Prefixados sem juros semestrais com vencimento em 2031 e 2032: 15,04% e 15,08% ao ano em 28/10.
  • Prefixados com juros semestrais acima de 15%: vencimentos de 2031, 2033 e 2035, com 15,03%, 15,10% e 15,03%.
  • Em 23/10, os prefixados sem juros semestrais de 2029 e 2031 estavam em 12,77% e 12,82% ao ano.
  • Em 26/10, os mesmos vencimentos subiram para 15,40% (2029) e 15,75% (2031).
  • Em 28/10, recuaram para 14,88% (2029) e 15,04% (2031).
  • Títulos atrelados ao IPCA têm taxa de compra entre 7,16% (vencimento em 2050) e 7,87% (2032) acima do IPCA.

No Brasil, o Tesouro Nacional registra, nas taxas de compra da manhã do Tesouro Direto na data-base de 28/10/2026, prefixados acima de 15% ao ano apenas em alguns vencimentos entre 2031 e 2035. Os demais prefixados, incluindo os de 2027 a 2029, ficam abaixo desse patamar.

O salto começou na data-base de 26/10, e parte dele foi revertida em 28/10. Ainda assim, os prefixados de 2029 e 2031 seguem bem acima do nível de 23/10, quando estavam abaixo de 13%.

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