Chuvas e frio atrasam tosquia de ovinos no Rio Grande do Sul
O excesso de umidade e as baixas temperaturas no Rio Grande do Sul adiam a tosquia, mas a produção estadual de lã deve alcançar 8 milhões de quilos.
Pontos principais
- O clima adverso no Rio Grande do Sul tem dificultado o cronograma de tosquia nas propriedades rurais.
- A Associação Brasileira de Criadores de Ovinos (Arco) estima uma produção total de 8 milhões de quilos de lã para esta safra.
- O atraso na tosquia eleva o risco de contaminação da fibra pela planta flechilha, o que prejudica a qualidade do produto final.
- A expectativa é que entre 2 milhões e 3 milhões de quilos da produção apresentem bom valor têxtil para o mercado.
- O cenário internacional é visto como favorável para a comercialização devido à redução da oferta global da fibra.
O setor de ovinocultura no Rio Grande do Sul enfrenta desafios logísticos nesta safra devido ao excesso de chuvas e às baixas temperaturas registradas no estado. As condições climáticas desfavoráveis têm atrasado o processo de tosquia, gerando preocupação entre os produtores quanto à qualidade da fibra. A Associação Brasileira de Criadores de Ovinos (Arco) alerta que a demora na retirada da lã aumenta o risco de contaminação pela planta flechilha, fator que pode comprometer o valor comercial do produto.
Apesar das dificuldades operacionais, a expectativa da Arco é que a produção estadual atinja a marca de 8 milhões de quilos de lã. Estima-se que uma parcela entre 2 milhões e 3 milhões de quilos possua qualidade têxtil superior. O mercado internacional permanece como um ponto positivo para os criadores brasileiros, uma vez que a oferta global da fibra está em queda, o que tende a favorecer a comercialização da produção local.
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