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Ações da Suzano superam Klabin após valorização do dólar

Na B3, a Suzano subiu 10,08% na segunda-feira (26/10), para R$ 47,40, e superou a alta de 3,24% da Klabin, com o dólar em alta de cerca de 9,2% desde a sexta-feira ante o real.

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Foto: InfoMoney
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27/10 às 13:45, atualizado 14:33

Pontos principais

  • Suzano (SUZB3) fechou a R$ 47,40 na segunda-feira, 26/10, alta de 10,08% sobre os R$ 43,06 da sexta-feira, com 35,2 milhões de papéis negociados.
  • Klabin (KLBN11) fechou a R$ 18,81 na segunda-feira, alta de 3,24% ante os R$ 18,22 da sexta, com 22,1 milhões de papéis negociados.
  • Segundo o Banco Central, o dólar de venda (PTAX) subiu de R$ 5,0377 em 23/10 para R$ 5,5007 em 26/10, alta de cerca de 9,2%.
  • Na PTAX de 27/10, o dólar de venda recuou para R$ 5,3346.
  • Análise técnica indica que a Suzano rompeu resistências e opera acima das médias móveis.
  • A Klabin mantém uma estrutura lateral no gráfico, segundo especialistas.
  • O JPMorgan reiterou recomendação de compra para a Suzano, com preço-alvo de R$ 74,30.
  • A valorização do dólar beneficia exportadoras, com a Suzano apresentando maior força técnica no curto prazo.

A valorização do dólar frente ao real impulsionou as ações de exportadoras na B3. Enquanto o Ibovespa enfrentou um dia de forte aversão ao risco, a Suzano se destacou sobre a Klabin. O Banco Central registra que, na PTAX de venda, a moeda subiu entre sexta-feira e segunda-feira, e voltou a recuar na cotação de 27/10.

Analistas técnicos apontam que a Suzano rompeu resistências importantes e segue acima das médias móveis, ao passo que a Klabin permanece em uma estrutura lateral. Além do cenário técnico, o JPMorgan reiterou a recomendação de compra para a Suzano e projeta potencial de valorização para o papel. A instituição destaca que a companhia se beneficia diretamente da exposição cambial e mantém foco na redução do endividamento e no aumento da produtividade. Embora o analista Rodrigo Paz alerte para a possibilidade de realizações de lucro no curto prazo, a Suzano segue como a preferida entre as exportadoras do setor de papel e celulose.

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