Itaú BBA reduz preço-alvo de Suzano e Klabin
O banco revisou as projeções para o setor de papel e celulose, citando a expectativa de maior oferta global do insumo a partir de 2027.
Pontos principais
- O preço-alvo da Suzano (SUZB3) foi reduzido de R$ 64 para R$ 58, mantendo a recomendação de compra.
- A Klabin (KLBN11) teve seu preço-alvo ajustado de R$ 23 para R$ 21, com recomendação de manutenção.
- Analistas revisaram a projeção do preço da celulose para 2027 de US$ 570 para US$ 550 por tonelada.
- A cautela do banco reflete o aumento esperado na oferta global de celulose entre 2027 e 2030.
O Itaú BBA atualizou suas estimativas para as principais empresas do setor de papel e celulose no Brasil, ajustando os preços-alvo de Suzano e Klabin. Apesar da redução, a Suzano permanece como a ação favorita do banco no setor, mantendo a recomendação de compra. A revisão foi motivada por uma perspectiva mais conservadora em relação aos preços da commodity, com a projeção para 2027 sendo reduzida de US$ 570 para US$ 550 por tonelada. O relatório destaca que o mercado deve enfrentar um cenário de maior oferta global entre 2027 e 2030, o que pressiona as margens e exige cautela no médio prazo. Para a Klabin, o banco manteve a recomendação de manutenção, refletindo um posicionamento mais defensivo diante das incertezas sobre o equilíbrio entre a oferta e a demanda mundial de celulose nos próximos anos.
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