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Ramaphosa envia 510 soldados para conter violência em KwaZulu-Natal

Presidente da África do Sul autoriza reforço militar em Durban após protestos violentos contra decisão judicial sobre solicitantes de asilo.

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27/10 às 12:32

Pontos principais

  • O presidente Cyril Ramaphosa mobilizou 510 militares para a província de KwaZulu-Natal.
  • A ação responde a protestos contra uma decisão da Corte Constitucional sobre asilo.
  • Confrontos em Durban resultaram em saques a comércios de estrangeiros e uma morte.
  • A operação, integrada à Operação Prosper, custará cerca de 2 milhões de dólares.
  • O efetivo permanecerá na região até o final de novembro para garantir a ordem.

O presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, autorizou o envio de 510 soldados para a província de KwaZulu-Natal com o objetivo de conter uma onda de violência em Durban. A instabilidade foi desencadeada por protestos contra uma decisão recente da Corte Constitucional, que facilitou os trâmites para solicitantes de asilo no país. As manifestações, marcadas por fortes tensões anti-imigração, resultaram em saques a lojas pertencentes a estrangeiros e no registro de uma morte.

A mobilização faz parte da Operação Prosper, uma iniciativa conjunta entre a polícia e as forças armadas que já atua no combate ao crime organizado e à mineração ilegal. O governo estima que a presença militar na região deverá se estender até o final de novembro, com um custo operacional previsto de 34 milhões de randes, equivalente a cerca de 2 milhões de dólares. A medida busca restaurar a segurança pública e conter novos episódios de hostilidade contra imigrantes.

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