JetBlue reafirma meta de lucratividade operacional para 2027
A JetBlue, sediada em Nova York (EUA), reafirma que espera lucratividade operacional sustentada em 2027, apesar do prejuízo líquido de US$ 257 milhões no terceiro trimestre.
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27/10 às 12:15, atualizado 17:33
Pontos principais
- Receita operacional de US$ 2,8 bilhões no terceiro trimestre, alta de 21,1% na comparação anual.
- RASM (receita por assento-milha) subiu 18,4%, e o CASM (custo por assento-milha) subiu 19,4%, puxado pelo combustível.
- Combustível a US$ 3,91 por galão no trimestre, 57% acima de um ano antes.
- Prejuízo líquido de US$ 257 milhões, ou US$ 0,68 por ação, ante US$ 143 milhões no terceiro trimestre de 2025.
- Excluindo itens especiais e ganhos com investimentos, o prejuízo foi de US$ 0,60 por ação.
- Para o quarto trimestre, a empresa espera expansão de 1 a 2 pontos na margem operacional ajustada, com combustível previsto a US$ 4,64 por galão.
- Liquidez de US$ 2,2 bilhões ao fim do trimestre, incluindo uma linha de crédito de US$ 600 milhões não sacada.
- Meta de lucro de pelo menos US$ 1 por ação e fluxo de caixa livre positivo em 2028.
A JetBlue, sediada em Nova York (EUA), atribui a maior parte da receita acima do previsto à alta de rendimentos, apoiada em uma tecnologia de gestão de receita atualizada. A CEO Joanna Geraghty diz que a receita permitiu recuperar cerca de 87% do aumento no custo do combustível.
A companhia não estima lucro líquido para 2026 nem 2027: a meta citada é de lucratividade operacional. Espera desaceleração relevante do custo unitário sem combustível no quarto trimestre.
