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EPA propõe flexibilizar regras de metano da era Biden para petroleiras

Nos Estados Unidos, a EPA propõe revisar as regras de metano de 2024 para petróleo e gás, proposta que ainda terá pelo menos 45 dias de consulta pública.

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Foto: InfoMoney
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27/10 às 17:45, atualizado 23:15

Pontos principais

  • A EPA propõe revisar as regras de 2024 sobre emissões de metano no petróleo e gás, editadas na gestão Biden.
  • Segundo a EPA, a proposta economizaria US$ 45 bilhões em custos para consumidores e empresas; a regra de 2024 tinha custo estimado em US$ 18 bilhões, que a agência diz ter subestimado.
  • A EPA estima que a proposta libere cerca de 210 milhões de barris de petróleo e 1,41 trilhão de pés cúbicos de gás natural.
  • A EPA propõe rescindir o programa de 'super emitters', que certificava monitores terceirizados para vazamentos detectados por sensoriamento remoto, e a exigência de que os estados façam o mesmo, citando preocupações legais e a desnecessidade do programa.
  • A EPA propõe restabelecer a queima com eficiência de 95% ou outros dispositivos de controle como melhor sistema de redução de emissões para gás associado, em vez de exigir que todo esse gás chegue a uma linha de venda.
  • A EPA propõe duas formas de classificar os poços: por nível de produção (marginais ou não marginais) ou por tipo de recurso (convencionais ou não convencionais).
  • Segundo a EPA, poços marginais são cerca de quatro em cada cinco poços produtores do país.
  • Em tampas e sistemas de ventilação fechados, a exigência 'No Identifiable Emissions' seria dividida em requisitos de projeto e de operação, e os de operação admitiriam reparos.
  • A EPA não informa datas de consulta pública nem se a proposta já foi publicada no Federal Register.

A Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA) propõe revisar as regras de emissão de metano para o setor de petróleo e gás editadas em 2024, na gestão Biden. O anúncio foi feito em Lubbock, no Texas, pelo presidente Donald Trump e pelo administrador da agência, Lee Zeldin. A EPA descreve o texto como uma proposta, e não como norma final: a publicação no Federal Register e o período de comentários ainda estão por vir.

A EPA lembra que a revisão começou em março de 2025, quando Zeldin anunciou a reconsideração da regra de 2024, e que prorrogou prazos de conformidade naquele ano. A agência não detalha a metodologia da estimativa de US$ 45 bilhões em economia, e as datas de consulta pública e de audiência ficam em uma página separada.

Fonte primária

U.S. Environmental Protection Agency (EPA)

EPA Proposes Major New Revisions to Burdensome, Unworkable Biden-era Oil and Natural Gas Regulations

Release de 27/10/2026 anunciando proposta (não norma final) de revisão das regras OOOOb/c de petróleo e gás natural, anunciada em Lubbock (Texas) por Trump e pelo administrador Lee Zeldin. A EPA diz que a proposta economizaria US$ 45 bilhões em custos a consumidores e empresas e liberaria cerca de 210 milhões de barris de petróleo e 1,41 trilhão de pés cúbicos de gás natural. Entre as cinco mudanças propostas: (1) rescisão do programa 'super emitter', que certificava monitores terceirizados para eventos de vazamento detectados por sensoriamento remoto e exigia que os estados fizessem o mesmo, citando preocupações legais e a desnecessidade do programa; (2) separação de tanques e sistemas de vents fechados entre requisitos de design e requisitos operacionais, com possibilidade de reparo; (3) restauração de queima com eficiência de 95% ou outros dispositivos de controle como melhor sistema de redução de emissões para gás associado, em vez de exigir que todo o gás associado chegue a uma linha de venda; (4) duas opções de categorização de poços (por nível de produção, marginais ou não marginais; ou por tipo de recurso, convencional ou não convencional); (5) ajustes técnicos em monitoramento de chama e alertas de dispositivos de controle. A EPA afirma que a regra de 2024 estimava custo de US$ 18 bilhões e que a agência 'subestimou' esses custos. Publicação no Federal Register e período de comentários de ao menos 45 dias, com audiência pública, ainda por vir.

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