Governo Trump processa Alasca para bloquear certificação eleitoral
Administração Trump busca impedir a validação de resultados no Alasca caso o senador republicano Dan Sullivan seja derrotado nas eleições.
Pontos principais
- O governo Trump abriu um processo no Tribunal Distrital do Alasca contra a certificação dos resultados eleitorais.
- A ação visa bloquear a contagem caso o senador republicano Dan Sullivan perca a disputa para a democrata Mary Pelota.
- Republicanos alegam que a presença de um candidato homônimo na cédula foi uma manobra democrata para confundir eleitores.
- O sistema de votação por escolha ranqueada do estado é o foco da disputa judicial iniciada pela administração federal.
O governo do presidente Donald Trump ingressou com uma ação judicial no Tribunal Distrital do Alasca buscando impedir a certificação dos resultados eleitorais no estado. O movimento ocorre em meio à disputa pela vaga no Senado, onde o atual ocupante republicano, Dan Sullivan, enfrenta a democrata Mary Pelota. A controvérsia central gira em torno da presença de um professor aposentado, que possui o mesmo nome do senador, na cédula eleitoral. Representantes republicanos sustentam que a candidatura homônima foi uma estratégia deliberada para confundir o eleitorado e prejudicar o desempenho do parlamentar.
A petição questiona a integridade do sistema de votação por escolha ranqueada adotado pelo Alasca, que elimina candidatos em rodadas sucessivas caso nenhum concorrente atinja a maioria absoluta. O governo federal argumenta que a confusão gerada pelo nome idêntico pode comprometer a legitimidade do resultado final. Até o momento, as autoridades eleitorais do estado não emitiram um posicionamento oficial sobre o impacto do processo na contagem dos votos ou no cronograma de certificação.
