Arábia Saudita flexibiliza restrições à carne de aves do Brasil
Governo saudita limita embargo a 10 km de foco da Doença de Newcastle em SC, enquanto autoridades intensificam vistorias na região afetada.
Pontos principais
- Arábia Saudita restringiu o embargo a uma área de 10 km ao redor de Nova Itaberaba (SC).
- Equipes técnicas vistoriaram 352 propriedades, entre comerciais e de subsistência, após o foco da doença.
- Quatro postos de controle de trânsito operam na região para fiscalização e desinfecção de veículos.
- China aceitará cargas embarcadas até 20 de outubro de 2026 de frigoríficos catarinenses.
- México permanece com suspensão total das importações de aves brasileiras.
A Arábia Saudita comunicou à embaixada brasileira uma mudança significativa nas restrições impostas à importação de carne de aves, limitando o embargo sanitário a um raio de apenas 10 quilômetros do foco da Doença de Newcastle em Nova Itaberaba, Santa Catarina. Em resposta, o Ministério da Agricultura e a Cidasc intensificaram as ações de contenção, vistoriando 352 propriedades na região e estabelecendo quatro postos de controle para desinfecção de veículos. As medidas visam garantir a segurança sanitária e normalizar o fluxo comercial para as demais áreas do país.
Enquanto o mercado saudita sinaliza flexibilização, outros parceiros comerciais mantêm posturas distintas. O México continua com a suspensão total das importações, sem previsão de retomada, enquanto a China aceitará cargas embarcadas até 20 de outubro de 2026 referentes aos frigoríficos catarinenses suspensos. Para nações sem protocolos específicos, o setor segue utilizando o dia 21 de setembro como referência para os embarques, mantendo o monitoramento rigoroso em todo o território nacional.
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