American Express lucra US$ 3,71 bilhões no 3º trimestre de 2026
A American Express, dos Estados Unidos, lucrou US$ 3,71 bilhões no 3º trimestre de 2026, mas o resultado inclui um ganho pontual de US$ 982 milhões com a venda da participação na Global Business Travel Group (GBTG).
Pontos principais
- Lucro líquido de US$ 3,71 bilhões, alta de 28% ante US$ 2,9 bilhões no 3º trimestre de 2025.
- LPA diluído de US$ 5,42, alta de 31%; excluindo o ganho de US$ 982 milhões com a GBTG e somando o custo de reestruturação de US$ 336 milhões, o LPA ajustado é de US$ 4,68 (+13%).
- Lucro ajustado de US$ 3,2 bilhões, alta de 11%.
- Receita líquida de despesas de juros de US$ 20,1 bilhões, alta de 9%, puxada por gastos dos portadores de cartão, receita de juros e receita de taxas.
- Despesas de US$ 14,5 bilhões, alta de 9%, por custos variáveis de engajamento e pela renovação do U.S. Platinum Card, parcialmente compensados por despesas operacionais menores, que refletem o ganho com a GBTG.
- Provisão para perdas de crédito de US$ 1,0 bilhão, ante US$ 1,3 bilhão, com liberação de reserva; taxa de baixa líquida de 1,8%, ante 1,9%.
- Alíquota efetiva de 18,1%, ante 24,1%, por benefícios fiscais discretos ligados à resolução de itens de períodos anteriores.
- Projeção de LPA para 2026 elevada para US$ 18,30 a US$ 18,60; na base ajustada, US$ 17,60 a US$ 17,90.
A American Express, dos Estados Unidos, reportou lucro no terceiro trimestre de 2026 que inclui o ganho com a venda de sua participação na Global Business Travel Group (GBTG). Excluindo esse ganho e somando um custo de reestruturação, a companhia apresenta um lucro por ação ajustado, que, segundo a empresa, ajuda a avaliar a performance operacional contínua.
A provisão para perdas de crédito caiu porque houve liberação de reserva no trimestre, parcialmente compensada por baixas líquidas maiores. A empresa elevou a projeção de lucro por ação para 2026, mas a faixa ajustada, que exclui o ganho da GBTG, é inferior à projeção contábil.
