Grandes bancos dos EUA registram lucros recordes no 2º trimestre de 2026
JPMorgan, Goldman Sachs e Bank of America superaram as expectativas de mercado no segundo trimestre de 2026, impulsionados por forte atividade comercial.
Pontos principais
- O JPMorgan Chase alcançou lucro recorde de US$ 21,16 bilhões, alta de 41% ante 2025.
- A receita de negociação de ações do JPMorgan saltou 86%, totalizando US$ 6,03 bilhões.
- O Goldman Sachs reportou lucro líquido de US$ 6,63 bilhões, um crescimento de 78%.
- O lucro por ação do Goldman Sachs atingiu US$ 20,98, superando a estimativa de US$ 14,50.
- O Bank of America lucrou US$ 9,1 bilhões, um aumento de 27% em relação ao ano anterior.
- O lucro por ação do Bank of America foi de US$ 1,21, acima da previsão de US$ 1,13 da FactSet.
- Os resultados foram impulsionados por alta volatilidade de mercado e crescimento em diversos segmentos de negócios.
Os principais bancos norte-americanos apresentaram resultados financeiros robustos no segundo trimestre de 2026, superando amplamente as projeções de analistas da FactSet. O JPMorgan Chase liderou o setor ao reportar um lucro líquido recorde de US$ 21,16 bilhões, um avanço de 41% na comparação anual. O desempenho foi sustentado por um salto expressivo de 86% na receita de negociação de ações, refletindo a alta volatilidade e o dinamismo das operações de mercado durante o período. Paralelamente, o Goldman Sachs registrou um crescimento de 78% em seu lucro líquido, atingindo US$ 6,63 bilhões, o que permitiu à instituição elevar seus dividendos trimestrais para os acionistas. O Bank of America também apresentou números positivos, com um lucro de US$ 9,1 bilhões, representando uma alta de 27% frente ao segundo trimestre de 2025, impulsionado por um crescimento generalizado em todos os seus segmentos de negócios. Embora os resultados demonstrem a força operacional das instituições, o setor financeiro mantém cautela diante de incertezas globais. Executivos destacaram que, apesar do sucesso recente, o cenário econômico ainda impõe desafios significativos, incluindo pressões inflacionárias persistentes e riscos geopolíticos que podem influenciar a estabilidade dos mercados nos próximos trimestres.
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