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CNBB pede que eleitores avaliem trajetórias de candidatos no 2º turno

O Conselho Permanente da CNBB convida os eleitores brasileiros a considerarem a trajetória, as práticas e os compromissos dos candidatos do segundo turno e declara inadmissível ameaçar eleitores ou negociar votos.

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Foto: Times Brasil
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21/10 às 23:15, atualizado 22/10 às 09:03

Pontos principais

  • O Conselho Permanente da CNBB publicou mensagem datada de 21 de outubro de 2026 sobre o segundo turno das eleições nacionais.
  • A mensagem convida cada eleitor a considerar a trajetória dos candidatos, suas práticas e seus compromissos com a democracia e com as condições de vida do povo.
  • A CNBB declara inadmissíveis ameaçar ou pressionar eleitores e negociar votos.
  • A CNBB reafirma a defesa da Constituição, do Estado Democrático de Direito e do respeito aos resultados legítimos das urnas.
  • A CNBB espera que os eleitos assumam compromissos com trabalho digno, alimentação, moradia, saúde, educação, segurança, meio ambiente, direitos humanos e paz.
  • A CNBB lembra que governos recebem mandatos, mas que os cidadãos conservam a responsabilidade de participar, fiscalizar e reivindicar.

O Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou, em 21 de outubro de 2026, uma mensagem ao povo brasileiro sobre o segundo turno das eleições nacionais. O Conselho convida cada eleitor a considerar a trajetória dos candidatos, suas práticas e seus compromissos com a democracia e com as condições de vida do povo. A CNBB não nomeia nenhum dos candidatos.

A CNBB reafirma a defesa da Constituição, do Estado Democrático de Direito e do respeito aos resultados legítimos das urnas, expressão da liberdade de escolher os que governam. Para a entidade, o voto é livre e secreto, e ameaçar ou pressionar eleitores, bem como negociar votos, são práticas inadmissíveis.

A CNBB espera que todos os eleitos assumam com determinação compromissos com trabalho digno, alimentação, moradia, saúde, educação, segurança, meio ambiente, direitos humanos e paz. Governos recebem mandatos, lembra a entidade, mas os cidadãos conservam a responsabilidade de participar, fiscalizar e reivindicar, e a crítica responsável e o diálogo franco fortalecem a democracia.

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