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Países africanos buscam industrializar mineração apesar de déficit energético

Nações africanas tentam ampliar o processamento local de minerais, mas a falta de infraestrutura elétrica limita a expansão industrial no continente.

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Foto: Times Brasil
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19/10 às 14:45

Pontos principais

  • Governos africanos oferecem incentivos fiscais para atrair refinarias de minerais.
  • A Guiné planeja expandir o processamento de alumina até 2030.
  • O déficit energético na Guiné é de 9.000 MW, impedindo o crescimento industrial.
  • O governo guineense avalia investimentos em gás, carvão e energia nuclear.

Países africanos estão implementando incentivos fiscais e novas regulamentações para atrair empresas interessadas em instalar refinarias de minerais diretamente no continente. O objetivo central é agregar valor à produção local, com destaque para a Guiné, maior produtora mundial de bauxita, que planeja ampliar o processamento de alumina até 2030.

Contudo, a escassez de infraestrutura energética confiável permanece como o principal entrave para a industrialização. Na Guiné, a oferta atual de 1.000 MW é insuficiente para atender a uma demanda estimada em 10.000 MW, forçando o governo a explorar investimentos em fontes como gás, carvão e energia nuclear para viabilizar o setor.

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