Protestos estudantis na Albânia escalam para confrontos violentos
Manifestações contra o custo de vida e a corrupção resultaram em ataques a prédios governamentais e embates diretos com a polícia em várias cidades.
Pontos principais
- Manifestantes incendiaram parcialmente o Ministério da Educação albanês.
- O movimento estudantil se fundiu a protestos contra um projeto turístico de Jared Kushner.
- O primeiro-ministro Edi Rama acusou a oposição de instigar o caos no país.
- O governo alertou que a instabilidade ameaça as ambições de adesão à União Europeia.
Protestos estudantis na Albânia, motivados pelo alto custo de vida e denúncias de corrupção, escalaram para confrontos violentos em diversas cidades. Durante as manifestações, o Ministério da Educação foi parcialmente incendiado e outros prédios do governo sofreram ataques, marcando uma nova fase de agitação social no país. O movimento, que agora incorpora críticas a um projeto turístico envolvendo Jared Kushner, tem desafiado a estabilidade interna e a ordem pública.
O primeiro-ministro Edi Rama descartou qualquer possibilidade de renúncia e atribuiu a violência a uma articulação do líder da oposição, Sali Berisha, sugerindo ainda a influência de forças estrangeiras. Em resposta, o governo advertiu que a escalada da violência prejudica a imagem internacional da Albânia e pode comprometer as negociações em curso para a adesão do país à União Europeia.
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