Primeiro-ministro da Albânia recusa renúncia após três dias de protestos
Edi Rama afirmou que permanecerá no cargo após confrontos violentos entre manifestantes e a polícia em Tirana exigirem sua saída imediata.
Pontos principais
- Protestos liderados por estudantes e opositores ocorrem há três dias na Albânia.
- Manifestantes exigem a renúncia de Edi Rama e a convocação de eleições antecipadas.
- Confrontos em Tirana deixaram 89 feridos, incluindo 61 agentes de segurança.
- A polícia utilizou gás lacrimogêneo e canhões de água para dispersar os grupos.
- O primeiro-ministro acusou a oposição de incitar a violência e descartou deixar o governo.
O primeiro-ministro da Albânia, Edi Rama, declarou publicamente que não renunciará ao cargo após três dias de intensos protestos em Tirana. O movimento, que reúne estudantes e membros do Partido Democrático, exige a saída do premiê e a convocação de eleições antecipadas, citando alegações de corrupção e insatisfação com projetos imobiliários de luxo na costa do país.
Os atos resultaram em confrontos diretos com as forças de segurança, que utilizaram gás lacrimogêneo e canhões de água para conter a multidão. O saldo dos distúrbios contabilizou 89 feridos, sendo 61 policiais. Enquanto os protestos se espalham para outras cidades, Rama mantém sua posição, acusando lideranças da oposição de orquestrarem a violência para desestabilizar o governo.
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