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Porta-aviões USS Abraham Lincoln retorna após 322 dias no Oriente Médio

O USS Abraham Lincoln encerra missão de 322 dias no Oriente Médio em apoio ao conflito contra o Irã, marcada por desafios logísticos e polêmicas.

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Foto: InfoMoney
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08/10 às 15:45

Pontos principais

  • O navio retornou ao seu porto-base em San Diego após quase um ano de implantação.
  • A missão envolveu o lançamento de mais de 10.000 missões aéreas e 680 mil kg de munições.
  • A logística foi alterada para Diego Garcia após um ataque iraniano a um centro da Marinha em Manama.
  • O secretário interino da Marinha confirmou oito tentativas de suicídio entre os marinheiros do grupo de ataque.
  • O secretário de Defesa, Pete Hegseth, condecorou a tripulação e negou relatos de disfunção interna.

O porta-aviões USS Abraham Lincoln atracou em San Diego após uma implantação de 322 dias no Oriente Médio, realizada em apoio às operações militares contra o Irã. Durante o período, o grupo de ataque executou mais de 10.000 missões aéreas e utilizou cerca de 680 mil kg de munições. A operação enfrentou severos desafios logísticos após a destruição de um centro da Marinha em Manama por forças iranianas, o que obrigou o comando a redirecionar o suporte para a base de Diego Garcia.

A missão foi alvo de controvérsias sobre o bem-estar da tripulação, com o secretário interino da Marinha, Hung Cao, confirmando o registro de oito tentativas de suicídio entre os marinheiros. Apesar das críticas, o secretário de Defesa, Pete Hegseth, condecorou a unidade com a Citação de Unidade Presidencial e refutou alegações de falhas na gestão interna. O presidente Donald Trump minimizou as preocupações levantadas anteriormente sobre a saúde mental dos militares e a extensão da permanência no mar.

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