Flávio Bolsonaro nega preconceito religioso e defende chapa
O candidato à Presidência refutou acusações de intolerância contra católicos e esclareceu propostas sobre a fé cristã no Brasil.
Pontos principais
- Flávio Bolsonaro citou a religiosidade de seu vice, Alfredo Gaspar, e de seu pai para rebater críticas.
- O candidato negou intenção de retirar o título de Padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida.
- A menção ao Brasil ser do Senhor Jesus Cristo foi definida como uma oração de posse, não um ato administrativo.
- O senador acusou o PT de promover a divisão política entre católicos e evangélicos no país.
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro utilizou a composição de sua chapa para rebater acusações de preconceito religioso. Ao destacar que seu vice, Alfredo Gaspar, é católico fervoroso, o senador buscou afastar críticas sobre uma suposta intolerância de sua campanha contra fiéis católicos.
Durante o pronunciamento, o candidato também negou que pretenda retirar o título de Padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida, classificando a alegação como uma narrativa falsa. Sobre a declaração de que o Brasil pertence ao Senhor Jesus Cristo, a assessoria esclareceu que se trata de uma intenção de oração para a cerimônia de posse, e não de uma medida administrativa. Flávio ainda acusou o PT de tentar fomentar a polarização entre católicos e evangélicos no cenário eleitoral brasileiro.
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