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INB desenvolve tecnologia nacional para inspeção nuclear em Angra

A estatal criou uma câmera de monitoramento de baixo custo para reatores, reduzindo a dependência de equipamentos importados.

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28/09 às 10:31

Pontos principais

  • A nova câmera foi desenvolvida para monitorar combustíveis nucleares nas piscinas dos reatores de Angra.
  • O equipamento foi submetido a testes reais em ambiente com radiação no dia 27 de setembro de 2026.
  • O custo de produção da tecnologia nacional foi de R$ 120 mil, ante R$ 700 mil de modelos importados.
  • A INB planeja integrar inteligência artificial e controles remotos ao sistema de inspeção.

As Indústrias Nucleares do Brasil (INB) desenvolveram uma tecnologia própria de câmera para realizar a inspeção de combustíveis nucleares nas piscinas dos reatores da central de Angra. O equipamento, que passou por testes operacionais em ambiente com radiação no dia 27 de setembro de 2026, representa um avanço significativo na soberania tecnológica da estatal. A solução nacional custou cerca de R$ 120 mil, valor substancialmente inferior aos R$ 700 mil que seriam gastos na aquisição de modelos importados equivalentes.

Além da redução de custos, a empresa trabalha para aprimorar o sistema com novas funcionalidades. A INB estuda a integração de ferramentas de inteligência artificial para automatizar a identificação de falhas nas imagens capturadas, além da implementação de controles remotos para a movimentação do dispositivo. Essas melhorias visam aumentar a eficiência e a segurança das operações de monitoramento nuclear no país.

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