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Brasil defende nome latino-americano para comando da ONU

Após desistência de Michelle Bachelet, Itamaraty reforça apoio a candidatas da América Latina para a Secretaria-Geral da ONU.

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Foto: G1 Política
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21/09 às 08:45

Pontos principais

  • Michelle Bachelet retirou sua candidatura ao cargo de secretária-geral da ONU.
  • O governo brasileiro defende que a próxima liderança da entidade seja uma mulher da região.
  • O Itamaraty afirma que existem nomes qualificados na América Latina para ocupar o posto.
  • A ex-chanceler da Guiana, Carolyn Rodrigues-Birkett, é considerada favorita na disputa.
  • O presidente Lula participa da Assembleia Geral da ONU em Nova York para debater o multilateralismo.

O governo brasileiro reafirmou seu compromisso com a eleição de uma mulher latino-americana para a Secretaria-Geral da ONU, logo após a desistência oficial de Michelle Bachelet. O Itamaraty destacou que a região possui quadros diplomáticos altamente qualificados e à altura das responsabilidades exigidas pelo cargo, embora o Brasil ainda não tenha formalizado o apoio a um novo nome específico para a sucessão.

A movimentação ocorre em um momento de intensa atividade diplomática, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Nova York para a Assembleia Geral da ONU. Enquanto o Brasil busca fortalecer o multilateralismo, a ex-chanceler da Guiana, Carolyn Rodrigues-Birkett, ganha força nos bastidores como a principal favorita para ocupar a liderança da organização após a votação no Conselho de Segurança.

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