Brasil defende nome latino-americano para comando da ONU
Após desistência de Michelle Bachelet, Itamaraty reforça apoio a candidatas da América Latina para a Secretaria-Geral da ONU.
Pontos principais
- Michelle Bachelet retirou sua candidatura ao cargo de secretária-geral da ONU.
- O governo brasileiro defende que a próxima liderança da entidade seja uma mulher da região.
- O Itamaraty afirma que existem nomes qualificados na América Latina para ocupar o posto.
- A ex-chanceler da Guiana, Carolyn Rodrigues-Birkett, é considerada favorita na disputa.
- O presidente Lula participa da Assembleia Geral da ONU em Nova York para debater o multilateralismo.
O governo brasileiro reafirmou seu compromisso com a eleição de uma mulher latino-americana para a Secretaria-Geral da ONU, logo após a desistência oficial de Michelle Bachelet. O Itamaraty destacou que a região possui quadros diplomáticos altamente qualificados e à altura das responsabilidades exigidas pelo cargo, embora o Brasil ainda não tenha formalizado o apoio a um novo nome específico para a sucessão.
A movimentação ocorre em um momento de intensa atividade diplomática, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Nova York para a Assembleia Geral da ONU. Enquanto o Brasil busca fortalecer o multilateralismo, a ex-chanceler da Guiana, Carolyn Rodrigues-Birkett, ganha força nos bastidores como a principal favorita para ocupar a liderança da organização após a votação no Conselho de Segurança.
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