Narendra Modi atrai investimentos bilionários de semicondutores na Índia
O primeiro-ministro Narendra Modi lançou a segunda fase da Missão de Semicondutores da Índia, de US$ 13,5 bilhões, e garantiu compromissos bilionários da Applied Materials e Lam na abertura da Semicon India 2026.
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17/09 às 08:01, atualizado 11:21
Pontos principais
- No discurso de abertura da 5ª edição da Semicon India 2026, em Nova Délhi, Modi lançou a segunda fase da Missão de Semicondutores da Índia, com aporte de US$ 13,5 bilhões, mais que o dobro dos US$ 8 bilhões da primeira fase.
- As empresas Applied Materials e Lam prometeram investimentos bilionários no país.
- Plantas em Mohali e Surat iniciaram produção comercial de chips, somando-se às que já enviam componentes a clientes no país e no exterior, segundo a PMO.
- O governo já aprovou doze projetos do setor e prevê ampliar o número na próxima fase, com reformas que facilitam parcerias entre multinacionais, startups e empresas de design indianas.
- A meta do governo é treinar 100 mil estudantes de engenharia em projeto de chips; 70 mil já foram capacitados, segundo Modi.
- Para sustentar a demanda de energia da manufatura de chips e dos data centers de IA, a Índia ampliou a capacidade solar instalada de cerca de 2 GW para mais de 160 GW na última década e abriu o setor de energia nuclear a investidores privados.
O primeiro-ministro Narendra Modi promoveu uma ofensiva para atrair investidores durante a abertura da Semicon India 2026, em Nova Délhi. As empresas Applied Materials e Lam firmaram compromissos bilionários no país, e o governo lançou a segunda fase da Missão de Semicondutores, de US$ 13,5 bilhões, contra US$ 8 bilhões na primeira fase, segundo a PMO.
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