Índia aprova pacote de US$ 13,3 bilhões para impulsionar setor de chips
O governo indiano lançou a Semiconductor Mission 2.0 com foco em reduzir a dependência da China e consolidar o país como um hub global de tecnologia.
Pontos principais
- O novo pacote de investimentos para semicondutores totaliza US$ 13,3 bilhões (1,27 trilhão de rúpias).
- A iniciativa amplia o programa de incentivos de 2021, que atraiu empresas como a Micron.
- O plano abrange toda a cadeia de valor, incluindo design, materiais e equipamentos de fabricação.
- Um aporte adicional de US$ 6,5 bilhões foi destinado especificamente para a fabricação de smartphones.
- O programa terá duração de 10 a 12 anos para garantir suporte de longo prazo à indústria local.
- A estratégia visa diminuir a hegemonia chinesa na manufatura de dispositivos eletrônicos globais.
O governo da Índia aprovou oficialmente a segunda fase da sua missão de semicondutores, denominada Semiconductor Mission 2.0. Com um aporte de US$ 13,3 bilhões, o programa busca fortalecer a infraestrutura doméstica de fabricação de chips e ampliar o ecossistema tecnológico do país. Esta nova etapa sucede um programa de incentivos de 2021, que foi fundamental para atrair players globais como a Micron, e agora estende o suporte para incluir etapas críticas como o design de semicondutores e o fornecimento de materiais e equipamentos especializados.
Além do foco em semicondutores, o governo indiano anunciou um investimento complementar de US$ 6,5 bilhões voltado à cadeia de suprimentos de smartphones. A iniciativa faz parte de um esforço estratégico de longo prazo, com duração prevista entre 10 e 12 anos, para reduzir a dependência da manufatura chinesa. Ao consolidar a Índia como um hub tecnológico, o governo pretende atrair mais empresas globais para estabelecerem linhas de montagem no território, integrando o país de forma mais profunda nas cadeias de suprimentos globais de eletrônicos.
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