Justiça decreta nova prisão de ex-procurador do Rio Metrópole
Marcelo Lopes da Silva teve prisão preventiva decretada após novas provas de corrupção e lavagem de dinheiro na Operação Ouroboros.
Pontos principais
- A nova prisão preventiva foi motivada por dados extraídos de um celular apreendido durante a Operação Ouroboros.
- O ex-procurador é acusado de orientar a abertura de um MEI para receber propinas da empresa Engeconsult.
- O Ministério Público do Rio de Janeiro aditou a denúncia, incluindo seis crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
- A investigação apura um esquema de desvio de recursos públicos que movimentou cerca de R$ 86,28 milhões.
A Justiça do Rio de Janeiro decretou uma nova prisão preventiva contra Marcelo Lopes da Silva, ex-procurador-geral do Instituto Rio Metrópole. A decisão ocorreu no âmbito da Operação Ouroboros, após a análise de dados extraídos de um aparelho celular apreendido revelar novos indícios de corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo contratos da autarquia.
Segundo o Ministério Público, o ex-procurador teria orientado sua então companheira a abrir um MEI para receber pagamentos indevidos da empresa Engeconsult, que mantinha vínculos contratuais com o instituto. A denúncia foi aditada para incluir novos crimes contra Silva e Hélio Augusto Machado Pessôa, em um esquema que, estima-se, desviou R$ 86,28 milhões dos cofres públicos.
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