Testes clínicos da polilaminina para lesão medular começam em setembro
A farmacêutica Cristália e a UFRJ iniciam em 24 de setembro a fase 1 de testes clínicos com a polilaminina para tratar lesões medulares.
Pontos principais
- A fase 1 de testes clínicos da polilaminina tem início marcado para 24 de setembro de 2026.
- O estudo recrutará voluntários com lesão medular completa entre as vértebras T2 e T10.
- A substância será aplicada durante cirurgias no Hospital das Clínicas e na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.
- Pacientes serão acompanhados por seis meses com reabilitação na AACD para avaliar a segurança do tratamento.
- A polilaminina é uma proteína derivada da laminina, desenvolvida pela pesquisadora Tatiana Sampaio, da UFRJ.
A farmacêutica Cristália e pesquisadores da UFRJ dão início, no próximo dia 24 de setembro, à fase 1 de testes clínicos da polilaminina. O estudo visa avaliar a segurança da substância experimental, desenvolvida a partir da laminina pela pesquisadora Tatiana Sampaio, em pacientes com lesão medular completa entre as vértebras T2 e T10. A aplicação ocorrerá durante procedimentos de descompressão medular realizados no Hospital das Clínicas e na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.
Após a intervenção cirúrgica, os voluntários serão monitorados por um período de seis meses, incluindo sessões de reabilitação na AACD. Embora estudos anteriores e usos compassivos autorizados pela Anvisa tenham sido realizados, esta etapa é fundamental para estabelecer parâmetros de segurança, uma vez que a eficácia clínica do medicamento ainda não foi comprovada. O avanço representa uma nova tentativa de viabilizar terapias para lesões medulares no Brasil.
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