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Operação nacional contra crime organizado cumpre 106 prisões em 19 estados

Ação coordenada pelas FICCOs resultou em 106 prisões, 173 buscas e o bloqueio de mais de R$ 508 milhões em bens de facções criminosas.

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Foto: G1 Política
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16/09 às 08:15, atualizado 17/09 às 07:54

Pontos principais

  • A Operação Força Integrada IV foi deflagrada simultaneamente em 19 estados e no Distrito Federal.
  • Foram cumpridos 106 mandados de prisão e 173 mandados de busca e apreensão.
  • A justiça determinou o bloqueio e sequestro de bens avaliados em mais de R$ 508 milhões.
  • A força-tarefa mobilizou 20 bases das Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (FICCOs).
  • A operação mirou facções envolvidas em tráfico de drogas, armas e lavagem de dinheiro.
  • A ação integra polícias federais, estaduais, guardas municipais e secretarias de segurança pública.

As Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (FICCOs) deflagraram a Operação Força Integrada IV, uma ofensiva nacional coordenada pela Polícia Federal que atingiu 19 estados e o Distrito Federal. A ação teve como objetivo principal desarticular facções criminosas envolvidas em atividades ilícitas graves, como o tráfico de drogas, o comércio ilegal de armas e esquemas de lavagem de dinheiro.

O balanço oficial da operação aponta o cumprimento de 106 mandados de prisão e 173 mandados de busca e apreensão. Além das prisões, a estratégia de descapitalização financeira das organizações criminosas resultou no bloqueio, sequestro e restrições patrimoniais de bens que, somados, ultrapassam a marca de R$ 508 milhões. O maior volume de bloqueios financeiros foi registrado no estado do Tocantins, conforme os dados da força-tarefa.

A operação destaca-se pelo modelo de atuação conjunta, reunindo Polícias Civis, Militares, Penais, Polícia Rodoviária Federal, Guardas Municipais e secretarias estaduais de segurança. Segundo a Polícia Federal, o trabalho é realizado sem hierarquia institucional entre os órgãos participantes, permitindo uma resposta mais ágil e integrada contra o crime organizado em diferentes regiões do país.

Esta fase da força-tarefa reforça a estratégia de combate sistêmico ao crime, focando não apenas na captura de lideranças e membros de facções, mas também na asfixia financeira dos grupos. As investigações continuam em curso para identificar outros envolvidos e mapear novas ramificações das organizações criminosas atingidas pela operação.

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