Tribunal de Hong Kong condena organizadores de vigília a até 7 anos
Chow Hang-tung, Lee Cheuk-yan e Albert Ho foram sentenciados a penas de até sete anos de prisão por incitação à subversão sob a lei de segurança nacional.
Pontos principais
- Três ex-organizadores das vigílias do massacre de 1989 foram condenados por um tribunal de Hong Kong.
- As penas aplicadas aos ativistas variam entre cinco e sete anos de reclusão.
- O processo baseou-se na lei de segurança nacional imposta por Pequim na região administrativa especial.
- Os condenados incluem figuras proeminentes como Chow Hang-tung, Lee Cheuk-yan e Albert Ho.
- O grupo era responsável pelas vigílias anuais que marcavam o massacre da Praça da Paz Celestial.
- Hong Kong era anteriormente um dos poucos locais em território chinês onde tais manifestações eram permitidas.
- A decisão judicial reflete o endurecimento das medidas de controle político em Hong Kong nos últimos anos.
Um tribunal de Hong Kong sentenciou três ex-organizadores das vigílias anuais em memória ao massacre da Praça da Paz Celestial de 1989. Os ativistas Chow Hang-tung, Lee Cheuk-yan e Albert Ho foram condenados por incitação à subversão sob a lei de segurança nacional imposta por Pequim, recebendo penas que variam entre cinco e sete anos de prisão.
As condenações marcam um desfecho significativo para o caso, que envolveu figuras centrais do movimento pró-democracia local. Historicamente, Hong Kong era um dos poucos lugares em território chinês onde manifestações em memória ao massacre de 1989 eram permitidas, um cenário que mudou drasticamente com a implementação da nova legislação.
A aplicação da lei de segurança nacional tem sido utilizada pelas autoridades para restringir atividades públicas e manifestações que contestam a autoridade central chinesa. O resultado do julgamento reforça a mudança no ambiente político da cidade, consolidando o controle sobre atos que anteriormente faziam parte da rotina de liberdade de expressão da região.
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