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Preço do petróleo Brent supera US$ 100 com tensões no Oriente Médio

O barril de petróleo atingiu a marca de US$ 101 devido a conflitos no Estreito de Ormuz e ataques a infraestruturas energéticas na Rússia e Arábia Saudita.

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Foto: Times Brasil
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09/09 às 13:45, atualizado 20:01

Pontos principais

  • O petróleo Brent encerrou o dia cotado a US$ 101,21 por barril, uma alta de 3,36%.
  • Confrontos entre Estados Unidos e Irã no Estreito de Ormuz elevaram o temor de interrupções no fornecimento.
  • Ataques de houthis contra instalações na Arábia Saudita pressionam a segurança das rotas marítimas.
  • A infraestrutura energética russa continua sob ataque, agravando a instabilidade global de oferta.
  • A Agência de Informação de Energia dos EUA revisou para cima as projeções de preço para 2026 e 2027.
  • Bancos como Goldman Sachs e JPMorgan analisam a resiliência do mercado frente aos gargalos logísticos.
  • Países como Brasil, Guiana e Canadá ampliaram a produção, ajudando a compensar perdas no Golfo.

O mercado global de energia reagiu com volatilidade nesta quarta-feira, levando o barril de petróleo Brent a ultrapassar a marca de US$ 100. A escalada nos preços é impulsionada por um cenário de instabilidade geopolítica, marcado por confrontos diretos entre Estados Unidos e Irã no Estreito de Ormuz e ataques persistentes a instalações energéticas na Rússia e na Arábia Saudita. A insegurança em rotas marítimas estratégicas, como o Mar Vermelho, tem gerado gargalos logísticos que impactam diretamente a oferta mundial.

Diante do cenário, instituições financeiras como Goldman Sachs e JPMorgan revisaram suas projeções para os próximos anos, destacando a necessidade de monitorar a resiliência do mercado. Enquanto a Agência de Informação de Energia dos Estados Unidos aponta para uma redução significativa nos estoques globais, o aumento da produção em países como Brasil, Guiana e Canadá tem atuado como um fator de mitigação. Analistas permanecem atentos à duração dos conflitos, que continuam a pressionar os custos de energia e a elevar as expectativas de preços para o setor de destilados.

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