3nm da TSMC deve superar o 5nm como maior nó em receita no 2S26
Valor de produção trimestral do 3nm deve passar de NT$400 bilhões no 3T26, mais de 30% da receita total da empresa.
Pontos principais
- O valor de produção trimestral do nó de 3nm deve superar NT$400 bilhões (cerca de US$12,9 bilhões) no 3T26, um recorde.
- Esse patamar representa mais de 30% da receita total da TSMC.
- O 5nm respondeu por 33% das vendas no 2T26; o 3nm subiu para 30%, ante 25% no 1T26.
- Pedidos subsequentes de Nvidia, AMD e Broadcom impulsionam a expansão do 3nm.
- A Wedbush espera inícios mensais de wafers de 3nm em 180 mil no começo do 4T26, ante 150 mil no primeiro semestre de 2026.
- A capacidade mensal combinada de 2nm e 3nm deve superar 400 mil wafers por mês até 2028.
- O A16, primeiro processo de classe angstrom da TSMC, deve estar pronto para produção no segundo semestre de 2026.
A troca de liderança entre nós tem efeito direto na margem: o mix crescente de 3nm deve elevar a margem bruta da TSMC. Fontes do setor apontam a Fab 20, em Hsinchu, como líder da produção do A16, com Apple e Nvidia entre os primeiros clientes e a OpenAI prestes a se tornar outro cliente relevante.
Do lado dos preços, não há alívio à vista. A utilização das foundries se aproxima de 90% e o aperto que começou nos nós de ponta está se espalhando para processos maduros e de especialidade, elevando preços de wafer, utilização e custos de chips a jusante — um quadro que não deve mudar antes de 2027.
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