Morre Gloria Steinem, ícone do feminismo americano, aos 92 anos
A ativista Gloria Steinem, figura central na luta pelos direitos das mulheres nos Estados Unidos, faleceu aos 92 anos.
Pontos principais
- Gloria Steinem morreu na quarta-feira, 2 de setembro de 2026, aos 92 anos.
- A ativista foi uma das principais líderes da segunda onda do feminismo americano.
- Em 1963, ganhou notoriedade ao se infiltrar na Playboy para denunciar condições de trabalho.
- Fundou a revista Ms. em 1972, a primeira publicação dirigida exclusivamente por mulheres.
- Recebeu a Medalha Presidencial da Liberdade em 2013, entregue por Barack Obama.
Gloria Steinem, uma das vozes mais influentes do feminismo americano, faleceu na última quarta-feira, 2 de setembro de 2026, aos 92 anos. A confirmação do falecimento foi feita pela fundação da ativista. Ao longo de sua trajetória, Steinem consolidou-se como uma figura pioneira na luta pela igualdade de gênero, defendendo pautas como o direito ao aborto, a igualdade salarial e a maior participação política feminina nos Estados Unidos. Sua atuação foi fundamental para elevar o debate sobre os direitos das mulheres ao cenário público e político, tornando-se uma referência global para gerações de ativistas.
Entre os marcos de sua carreira jornalística e militante, destaca-se a reportagem de 1963 em que se infiltrou como garçonete na revista Playboy para expor o sexismo e as condições precárias de trabalho enfrentadas pelas mulheres da época. Em 1972, ela fundou a revista Ms., a primeira publicação periódica dirigida exclusivamente por mulheres, que se tornou um veículo essencial para o movimento. Em reconhecimento ao seu legado, Steinem foi agraciada com a Medalha Presidencial da Liberdade em 2013, concedida pelo então presidente Barack Obama. Sua dedicação incansável à causa da igualdade deixa um impacto duradouro nas conquistas feministas contemporâneas.
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