Setor logístico pressiona por isenção de imposto em importações de até US$ 50
Operadores aeroportuários e empresas de logística defendem a manutenção da isenção de imposto de importação para remessas de até US$ 50.
Pontos principais
- Empresas de logística e operadoras aeroportuárias defendem a continuidade da Medida Provisória que zera o imposto de importação para compras de até US$ 50.
- O setor afirma que a isenção aumentou o volume de cargas e atraiu investimentos para aeroportos como Guarulhos, Galeão e Viracopos.
- Companhias como Fedex, DHL, Cainiao, Aena e Zurich Airport apoiam a medida, enquanto o varejo nacional aponta concorrência desleal.
- A Medida Provisória, publicada em maio, aguarda votação no Congresso e corre o risco de expirar em setembro.
Operadores aeroportuários e empresas de logística internacional intensificaram a pressão sobre o Congresso pela manutenção da isenção do imposto de importação para remessas de até US$ 50. O setor argumenta que a medida, implementada via Medida Provisória em maio, foi fundamental para impulsionar o volume de cargas expressas e atrair novos investimentos em infraestrutura nos principais aeroportos do país, como Guarulhos, Galeão e Viracopos. Entre os defensores da continuidade da política estão gigantes globais como Fedex, DHL e Cainiao, além de operadoras como Aena e Zurich Airport. Em contrapartida, o varejo nacional mantém forte oposição, alegando que a isenção cria um cenário de concorrência desleal e não contribui para a geração de empregos locais. Com a validade da Medida Provisória próxima de expirar em setembro, o impasse entre o setor logístico e o varejo aguarda definição legislativa.
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