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John Ternus assume comando da Apple com foco em desafios de IA

Após 15 anos, Tim Cook deixa a liderança da Apple para John Ternus, que assume o desafio de definir a estratégia da empresa na era da inteligência artificial.

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Foto: Times Brasil
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01/09 às 06:31, atualizado 17:03

Pontos principais

  • John Ternus assumiu oficialmente o cargo de CEO da Apple em 1º de setembro de 2026.
  • Tim Cook deixa o posto de CEO após 15 anos, mas permanece na companhia como presidente executivo.
  • Sob a gestão de Cook, o valor de mercado da Apple saltou de US$ 350 bilhões para US$ 4,5 trilhões.
  • A estratégia de IA da Apple enfrenta incertezas devido à dependência de modelos de terceiros, como os do Google.
  • Ternus, ex-vice-presidente de engenharia de hardware, assume a empresa em meio a uma crise global de memória que pressiona custos.
  • A transição ocorre enquanto a Apple busca inovar em novas categorias, como robótica e casas inteligentes.
  • A primeira aparição pública de Ternus como CEO está prevista para o evento de lançamentos da Apple em 9 de setembro.

John Ternus assumiu oficialmente o cargo de CEO da Apple, encerrando o ciclo de 15 anos de Tim Cook à frente da gigante de tecnologia. A transição marca um momento de mudança estratégica para a companhia, que sob a gestão de Cook viu seu valor de mercado crescer exponencialmente, atingindo a marca de US$ 4,5 trilhões, impulsionada pela expansão do ecossistema de serviços e produtos como o Apple Watch e AirPods. Cook, que agora assume o papel de presidente executivo, deixa um legado focado em operações e eficiência logística.

O novo CEO enfrenta agora desafios imediatos, sendo a estratégia de inteligência artificial o ponto central de sua gestão. Diferente de concorrentes que investiram pesadamente em infraestrutura própria, a Apple tem optado pela integração de modelos de terceiros, uma decisão que analistas apontam como um risco estratégico ou uma aposta na comoditização da tecnologia. Além disso, Ternus precisará navegar por uma crise global de memória que tem elevado os custos de produção de dispositivos como MacBooks e iPads, enquanto busca definir o futuro da empresa em setores como robótica e automação residencial.

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