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EUA atacam lançadores iranianos na ilha de Larak

Forças americanas destruíram lançadores de minas marítimas no Estreito de Ormuz para impedir ameaças à navegação, resultando em duas mortes.

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Foto: Axios - Main
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30/08 às 17:30 · atualizado 18:45

Pontos principais

  • Ataque ocorreu no domingo contra dois lançadores iranianos na ilha de Larak.
  • Ação visou impedir o lançamento de minas marítimas pelo Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica.
  • Agência de notícias iraniana Tasnim relatou a morte de duas pessoas e dois feridos.
  • Moradores da ilha relataram ter ouvido uma explosão, segundo a agência Fars.
  • Este é o primeiro ataque militar dos EUA contra o Irã desde o final de julho.
  • Guarda Revolucionária do Irã prometeu uma resposta à ofensiva americana.

As forças militares dos Estados Unidos realizaram, no último domingo, um ataque aéreo contra dois lançadores iranianos localizados na ilha de Larak. A operação foi deflagrada após forças americanas observarem movimentações do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica que indicavam a preparação para o lançamento de minas marítimas no Estreito de Ormuz, uma das rotas comerciais mais estratégicas do mundo. Moradores da ilha relataram ter ouvido uma explosão durante a investida, confirmando a ação que reflete a política de tolerância zero do governo do presidente Donald Trump em relação a ameaças à segurança da navegação na região.

Segundo informações da agência de notícias Tasnim, ligada à Guarda Revolucionária, o ataque resultou em duas mortes e deixou outras duas pessoas feridas. Em resposta, o comando iraniano classificou a ofensiva como uma agressão e afirmou que haverá retaliação. Este evento marca a primeira ação militar direta dos Estados Unidos contra alvos iranianos desde o final de julho, elevando a tensão diplomática e militar entre as duas nações. O monitoramento constante do Estreito de Ormuz permanece como uma prioridade para a administração americana, visando garantir o fluxo ininterrupto de embarcações e evitar a escalada de conflitos que possam comprometer o fornecimento global de energia.

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