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Sony Music e Warner processam Anthropic por uso de músicas em IA

Gravadoras acusam a Anthropic de utilizar milhares de músicas protegidas por direitos autorais para treinar os modelos de linguagem Claude.

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Foto: TechCrunch
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29/08 às 13:00, atualizado 16:01

Pontos principais

  • Sony Music e Warner Chappell moveram ação judicial contra a Anthropic e seus executivos, Dario Amodei e Benjamin Mann.
  • O processo alega que a empresa utilizou dezenas de milhares de obras protegidas sem autorização para o treinamento de LLMs.
  • As gravadoras descrevem a prática como uma campanha deliberada de roubo de propriedade intelectual e pirataria ilegal.
  • A disputa judicial destaca o crescente conflito entre empresas de inteligência artificial e detentores de direitos autorais.

As gigantes da indústria fonográfica Sony Music e Warner Chappell abriram um processo judicial contra a Anthropic, desenvolvedora do modelo de inteligência artificial Claude. A ação, que também cita os executivos Dario Amodei e Benjamin Mann, acusa a startup de realizar uma campanha sistemática de violação de propriedade intelectual. Segundo as gravadoras, a empresa utilizou dezenas de milhares de músicas protegidas por direitos autorais para treinar seus LLMs sem a devida autorização ou compensação financeira aos detentores dos direitos.

O caso reforça a tensão crescente entre o setor de tecnologia e a indústria criativa, que busca estabelecer limites legais para o uso de dados protegidos no treinamento de sistemas de IA. A acusação de pirataria ilegal coloca a Anthropic no centro de um debate jurídico sobre os limites da tecnologia generativa e a proteção de bens culturais no ambiente digital.

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