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Sony Music processa Udio por uso de 30 mil músicas para treinar IA

A gravadora alega que a startup de IA utilizou milhares de gravações protegidas por direitos autorais sem autorização para treinar seus modelos.

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21/07 às 03:01

Pontos principais

  • A Sony Music Entertainment abriu um segundo processo contra a Udio por violação de direitos autorais.
  • A ação judicial aponta o uso não autorizado de 30.117 gravações musicais da gravadora.
  • O material teria sido utilizado para o treinamento dos modelos de geração de música da startup.
  • O caso reflete a crescente tensão jurídica entre a indústria fonográfica e empresas de tecnologia de IA.

A Sony Music Entertainment protocolou uma nova ação judicial contra a startup de inteligência artificial Udio, intensificando a disputa sobre o uso de propriedade intelectual no treinamento de modelos de IA. Segundo a gravadora, a empresa utilizou 30.117 gravações protegidas por direitos autorais sem a devida permissão ou compensação. Este é o segundo processo movido pela Sony contra a companhia, reforçando a estratégia da indústria musical em buscar responsabilização legal pelo uso de seu catálogo em ferramentas generativas. O litígio destaca um desafio central para o setor de tecnologia, à medida que detentores de direitos autorais buscam estabelecer precedentes sobre o treinamento de modelos de machine learning. A decisão judicial poderá impactar significativamente o desenvolvimento de futuras ferramentas de música generativa e a forma como empresas de IA licenciam conteúdos protegidos.

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