Sony Music processa Udio por uso de 30 mil músicas para treinar IA
A gravadora alega que a startup de IA utilizou milhares de gravações protegidas por direitos autorais sem autorização para treinar seus modelos.
Pontos principais
- A Sony Music Entertainment abriu um segundo processo contra a Udio por violação de direitos autorais.
- A ação judicial aponta o uso não autorizado de 30.117 gravações musicais da gravadora.
- O material teria sido utilizado para o treinamento dos modelos de geração de música da startup.
- O caso reflete a crescente tensão jurídica entre a indústria fonográfica e empresas de tecnologia de IA.
A Sony Music Entertainment protocolou uma nova ação judicial contra a startup de inteligência artificial Udio, intensificando a disputa sobre o uso de propriedade intelectual no treinamento de modelos de IA. Segundo a gravadora, a empresa utilizou 30.117 gravações protegidas por direitos autorais sem a devida permissão ou compensação. Este é o segundo processo movido pela Sony contra a companhia, reforçando a estratégia da indústria musical em buscar responsabilização legal pelo uso de seu catálogo em ferramentas generativas. O litígio destaca um desafio central para o setor de tecnologia, à medida que detentores de direitos autorais buscam estabelecer precedentes sobre o treinamento de modelos de machine learning. A decisão judicial poderá impactar significativamente o desenvolvimento de futuras ferramentas de música generativa e a forma como empresas de IA licenciam conteúdos protegidos.
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