Setor bancário prioriza governança para escalar uso de IA com segurança
Lideranças financeiras no Febraban Tech 2026 destacam a governança e a orquestração como pilares para a implementação ética e sustentável da IA.
Pontos principais
- Instituições financeiras focam na sustentabilidade e governança de longo prazo para modelos de IA.
- Claro empresas aponta a integração de rede, nuvem e cibersegurança como base para a confiabilidade dos sistemas.
- Banco do Brasil defende que a governança deve atuar como um habilitador de inovação desde a concepção dos projetos.
- Bradesco utiliza inventários e indicadores de risco para monitorar o uso ético de modelos de inteligência artificial.
- IBM ressalta a importância da explicabilidade e da catalogação de ativos para mitigar riscos operacionais.
Durante o evento Febraban Tech 2026, executivos do setor financeiro brasileiro enfatizaram que a fase de experimentação com Inteligência Artificial deu lugar a uma necessidade estratégica de governança e orquestração. O objetivo central das instituições é garantir que a escalabilidade da tecnologia ocorra de forma ética, transparente e segura. Para viabilizar esse cenário, empresas como a Claro e a IBM destacaram que a infraestrutura de rede, a cibersegurança e a explicabilidade dos modelos são elementos fundamentais para transformar incertezas em planos de mitigação de riscos. A integração dessas práticas desde o início dos projetos é vista como um diferencial competitivo para o setor. Instituições como o Banco do Brasil e o Bradesco reforçaram que a governança não deve ser um entrave, mas um instrumento habilitador que permite monitorar riscos e assegurar a conformidade regulatória e ética no uso de IA em larga escala.
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