Meta firma acordo de US$ 18 bilhões sobre segurança de adolescentes
A Meta aceitou pagar US$ 18 bilhões para encerrar processos de 29 estados americanos, implementando novas restrições de uso para menores de idade.
Pontos principais
- O acordo judicial de US$ 18 bilhões encerra ações movidas por 29 estados dos EUA contra a Meta.
- As novas diretrizes incluem limites diários de tempo e bloqueios noturnos como configurações padrão para adolescentes.
- A Meta nega irregularidades, mas busca estabelecer as mudanças como um precedente para o setor de redes sociais.
- Ativistas como Arturo Béjar criticam o acordo, argumentando que as medidas não garantem a segurança real dos produtos.
A Meta firmou um acordo de US$ 18 bilhões para encerrar processos judiciais movidos por 29 estados americanos, comprometendo-se a implementar salvaguardas rigorosas para usuários adolescentes. As mudanças incluem a adoção de limites diários de tempo de tela e bloqueios noturnos como configurações padrão no Instagram e Facebook. Embora a empresa negue qualquer irregularidade, o movimento visa estabelecer um precedente para o setor de redes sociais, que enfrenta crescentes pressões regulatórias. Apesar da oficialização do acordo, vozes críticas, como a do ativista Arturo Béjar, sustentam que as limitações impostas são insuficientes para tornar as plataformas genuinamente seguras. Este cenário de escrutínio judicial ocorre em um momento em que as Big Techs também enfrentam forte resistência comunitária à expansão de sua infraestrutura física, com dezenas de projetos de data centers bloqueados ou atrasados no início de 2026.
