Ministério Público investiga contrato do Stark Bank com governo de Goiás
O governo de Goiás contratou o Stark Bank para gerir o Pequi Bank, mas o processo de escolha é alvo de investigação por suspeitas de irregularidades.
Pontos principais
- O Stark Bank foi a única instituição habilitada no chamamento público realizado pela GoiásFomento.
- O Pequi Bank centraliza serviços financeiros, benefícios sociais e crédito público estadual.
- O Ministério Público de Goiás abriu procedimento para apurar a legalidade do negócio.
- Parlamentares questionam a falta de concorrência e o histórico da fintech, que é alvo de CPIs no Senado.
O governo de Goiás selecionou o Stark Bank para atuar como parceiro privado na gestão do Pequi Bank, plataforma estadual voltada a benefícios sociais e crédito. A escolha ocorreu por meio de um processo de chamamento público conduzido pela GoiásFomento, no qual a fintech foi a única instituição habilitada. A contratação gerou questionamentos de parlamentares estaduais, que apontam a ausência de concorrência e levantam preocupações sobre o histórico da empresa, que atualmente é alvo de investigações em duas CPIs no Senado relacionadas a operações no setor de apostas. Diante das suspeitas, o Ministério Público de Goiás instaurou um procedimento investigativo para analisar a conformidade do contrato. O Stark Bank, fundado por Rafael Castro de Matos, possui licenças de instituição de pagamento e sociedade de crédito direto, mas ainda aguarda autorização do Banco Central para operar como banco pleno.
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