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Justiça dos EUA mantém condenação de Ghislaine Maxwell por tráfico sexual

Juiz federal rejeitou pedido de anulação da pena de 20 anos de prisão enquanto cresce o debate sobre um possível perdão presidencial de Donald Trump.

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Foto: G1 Mundo
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25/08 às 10:31

Pontos principais

  • O juiz distrital Paul Engelmayer negou o recurso de Ghislaine Maxwell, classificando seus argumentos como infundados.
  • Maxwell cumpre pena de 20 anos de prisão por seu papel no esquema de tráfico sexual de Jeffrey Epstein.
  • Parlamentares dos EUA divergem sobre a possibilidade de o presidente Donald Trump conceder clemência à condenada.
  • A defesa de um perdão presidencial está ligada à expectativa de que Maxwell colabore com investigações sobre a rede de Epstein.
  • Deputados democratas criticam a ideia de clemência, argumentando que o ato desrespeitaria as vítimas do caso.

A Justiça dos Estados Unidos manteve a condenação de Ghislaine Maxwell, ex-associada de Jeffrey Epstein, ao rejeitar o pedido de anulação de sua sentença de 20 anos de prisão. O juiz distrital Paul Engelmayer classificou as alegações da defesa como infundadas e frívolas, encerrando mais uma tentativa da ré de reverter a condenação por tráfico sexual. A decisão ocorre em um momento de intenso debate político em Washington sobre a possibilidade de o presidente Donald Trump conceder clemência a Maxwell. Defensores da medida sugerem que o perdão poderia ser condicionado à cooperação de Maxwell em investigações pendentes sobre a rede de abuso de Epstein. No entanto, a proposta enfrenta forte resistência de parlamentares democratas, que consideram a clemência um desrespeito direto às vítimas. Maxwell já foi ouvida pelo Comitê da Câmara, mas manteve o silêncio sobre detalhes do caso na ausência de garantias legais.

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