Ghislaine Maxwell, figura central no escândalo de Jeffrey Epstein, recusou-se a depor perante uma comissão do Congresso dos Estados Unidos, invocando seu direito legal de não produzir provas contra si mesma, garantido pela Quinta Emenda. A recusa ocorreu durante uma sessão da Câmara, onde o Comitê de Supervisão e Reforma Governamental investiga a rede de tráfico sexual de Epstein e o papel da rede na facilitação do esquema, bem como o atraso na responsabilização criminal. Maxwell foi condenada em 2021 por recrutar meninas para abuso sexual e cumpre pena de 20 anos de prisão.
A decisão de Maxwell de não cooperar com o Congresso gerou questionamentos por parte dos deputados sobre quem ela estaria protegendo ao se calar. Embora seus advogados tivessem indicado anteriormente que ela deporia se recebesse um indulto presidencial, a recusa atual ressalta a complexidade e a sensibilidade do caso Epstein, que continua a gerar repercussões e investigações sobre a rede de cumplicidade que o bilionário construiu.
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