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Governo Trump planeja revogar vistos de 200 mil solicitantes de asilo

A medida visa estrangeiros que entraram nos EUA com vistos de turismo ou negócios entre 2016 e 2026 e solicitaram asilo durante a permanência no país.

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Foto: Politico White House
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25/08 às 08:04, atualizado 17:32

Pontos principais

  • O plano do governo Trump pode afetar até 200 mil estrangeiros que possuem vistos B1 e B2.
  • A ação foca em indivíduos que utilizaram vistos de curta duração para ingressar no país e posteriormente pediram asilo.
  • A revogação dos vistos não resulta em deportação imediata, permitindo que os processos de asilo sigam em tramitação.
  • A iniciativa é coordenada pelo Departamento de Estado em conjunto com o Departamento de Segurança Interna.
  • Autoridades justificam a medida alegando que o sistema de asilo tem sido sobrecarregado por pedidos considerados frívolos.
  • Organizações de direitos humanos criticam a decisão, apontando riscos ao devido processo legal e insegurança para minorias.
  • O anúncio oficial da medida está previsto para ocorrer nas próximas semanas, sendo implementado em etapas.

O governo do presidente Donald Trump planeja realizar uma revogação em massa de vistos de turismo e negócios, atingindo cerca de 200 mil estrangeiros que solicitaram asilo nos Estados Unidos. A medida, considerada uma das maiores do tipo na história do país, tem como alvo portadores de vistos das categorias B1 e B2 emitidos entre 2016 e 2026 que buscaram proteção migratória após entrarem em território americano. Segundo o governo, a ação visa combater o que descreve como um uso indevido do sistema de asilo para estender a permanência no país.

Embora a revogação altere o status migratório dos afetados, o governo esclareceu que a medida não implica deportação imediata, permitindo que os processos de asilo continuem em curso. A iniciativa faz parte de uma estratégia mais ampla da administração Trump para endurecer as políticas de imigração e reduzir o fluxo de solicitantes. A decisão tem gerado críticas de organizações de direitos humanos, que alertam para possíveis prejuízos ao devido processo legal e ao bem-estar de populações vulneráveis. O Departamento de Estado deve iniciar a implementação do plano de forma escalonada nas próximas semanas.

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