Enviado dos EUA retrata-se sobre status das Colinas de Golã
Diplomata americano retirou declarações que divergiam da posição oficial do presidente Donald Trump sobre a soberania israelense na região.
Pontos principais
- O enviado especial dos EUA para a Síria e embaixador na Turquia retratou-se de comentários feitos há dois dias.
- A fala original afirmava que Israel ocupava as Colinas de Golã em violação a resoluções da ONU.
- O posicionamento anterior do diplomata contradizia a política oficial do governo Trump sobre o território.
- Israel capturou a região da Síria durante a guerra de 1967 e formalizou a anexação em 1981.
O enviado especial dos Estados Unidos para a Síria e embaixador na Turquia retirou publicamente comentários feitos há dois dias a respeito das Colinas de Golã. Em sua declaração inicial, o diplomata havia afirmado que Israel ocupava o território em violação às resoluções da Organização das Nações Unidas, uma posição que divergia frontalmente da política oficial adotada pelo presidente Donald Trump. A retratação busca alinhar a retórica diplomática à postura do governo americano, que reconhece a soberania israelense sobre a área. As Colinas de Golã foram capturadas por Israel durante a Guerra dos Seis Dias, em 1967, e tiveram sua anexação formalizada em 1981, um movimento que permanece como um ponto sensível nas relações internacionais e na geopolítica do Oriente Médio.
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