O presidente Donald Trump pressiona por mudanças estratégicas no Líbano e defende um novo memorando para impedir o desenvolvimento nuclear iraniano.
O presidente Donald Trump intensificou sua atuação diplomática no Oriente Médio ao criticar a postura militar de Israel no Líbano e defender um novo memorando de 14 pontos firmado com o Irã. Durante a cúpula do G7 realizada na França, Trump manifestou desaprovação quanto aos ataques israelenses contra Beirute, reforçando que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu deve agir com mais responsabilidade. Embora mantenha proximidade com o premiê, o presidente sugeriu que a Síria teria maior capacidade estratégica para desarmar o Hezbollah, retirando o peso direto das ações de Israel na região e sinalizando uma possível mudança na política externa dos EUA para o conflito.
Paralelamente, o presidente assegurou que o acordo provisório com Teerã impedirá o desenvolvimento de armas nucleares, alertando para sanções severas em caso de descumprimento. Enquanto negociações técnicas estão agendadas para ocorrer na Suíça, a estratégia de Trump enfrenta ceticismo de aliados europeus, que questionam a condução das tratativas. O posicionamento reflete uma tentativa da administração de reconfigurar a influência regional e buscar estabilidade por meio de novos arranjos diplomáticos, equilibrando a pressão sobre aliados e a busca por acordos de não proliferação.
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