TSE define novas regras para uso de inteligência artificial em 2026
O Tribunal Superior Eleitoral estabeleceu normas rígidas para o uso de IA nas eleições de 2026, proibindo deepfakes e limitando conteúdos automatizados.
Pontos principais
- O uso de IA na propaganda eleitoral exige identificação clara de que o conteúdo foi gerado por tecnologia.
- Deepfakes que simulam rosto, voz ou falas de candidatos estão proibidos desde 2024.
- Conteúdos gerados por IA envolvendo candidatos são vetados nas 72 horas antes e 24 horas após a votação.
- Plataformas de IA, como ChatGPT e Gemini, estão proibidas de recomendar ou ranquear candidaturas.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) consolidou as diretrizes para o uso de inteligência artificial nas eleições de 2026, visando garantir a integridade do processo democrático e combater a desinformação. A norma principal exige que qualquer material de campanha produzido por IA contenha uma identificação obrigatória, permitindo que o eleitor saiba a origem do conteúdo. Além disso, a proibição de deepfakes, que simulam a voz ou a imagem de pessoas, permanece em vigor, reforçando o combate a manipulações digitais.
Para evitar interferências diretas no pleito, o TSE impôs restrições temporais, impedindo a veiculação de conteúdos gerados por IA sobre candidatos no período crítico de 72 horas antes e 24 horas após a votação. Adicionalmente, ferramentas de IA generativa, como ChatGPT e Gemini, estão proibidas de realizar recomendações ou ranqueamento de candidatos, mesmo sob demanda dos usuários, assegurando que as plataformas não influenciem o comportamento do eleitorado.
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