Ação atinge 12 locais, eleva para nove os investigados e derruba as ações da empresa em mais de 9%.
Agências do governo de Taiwan revistaram em 29 de junho os escritórios da Super Micro Computer na ilha e várias afiliadas locais, aprofundando a investigação sobre o suposto contrabando de chips da Nvidia para a China usando os servidores da empresa. Doze locais foram revistados, incluindo as casas de seis pessoas e os escritórios da Super Micro (listada na Nasdaq) e das taiwanesas Albatron Technology e Chief Telecom; nove pessoas estão agora sob investigação, ante três anteriormente, segundo o procurador-chefe de Keelung, Huang Sheng.
Os suspeitos são acusados de falsificar documentos para enviar cerca de 50 servidores da Super Micro com chips avançados da Nvidia para China, Macau e Hong Kong, com alguns liberados pela alfândega de Taiwan e enviados à China via Japão. As ações da Super Micro caíram mais de 9% com a notícia. As batidas marcam a primeira repressão formal de Taiwan ao desvio de chips de IA, após anos de pressão dos EUA — e ocorrem mesmo com a ilha não tratando a exportação de chips à China como crime, restando às autoridades apenas o enquadramento em outras leis locais.
Yahoo Finance • 30 jun, 09:00
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