Exportadores brasileiros se preparam para novas regras sanitárias da UE
Grandes produtores brasileiros estão adaptados às novas exigências da União Europeia, que entram em vigor em setembro para produtos de origem animal.
Pontos principais
- Novas normas da União Europeia para importação de produtos de origem animal começam a valer em setembro.
- Grandes exportadores brasileiros já possuem estrutura para atender às exigências de rastreabilidade.
- Pequenos produtores e cooperativas enfrentam desafios logísticos e técnicos para cumprir os prazos.
- A comprovação do uso terapêutico de antimicrobianos é um dos pontos mais sensíveis da regulação.
A partir de setembro, a União Europeia implementará novas exigências sanitárias para a importação de produtos de origem animal, impactando diretamente o agronegócio brasileiro. Segundo especialistas, os grandes exportadores do país já estão adaptados aos protocolos de rastreabilidade e vigilância, minimizando o risco de rupturas comerciais. No entanto, o cenário é mais complexo para pequenos produtores e cooperativas, que encontram dificuldades técnicas para se adequar aos novos prazos e requisitos de conformidade. Um dos pontos centrais da nova regulação é a exigência de comprovação rigorosa sobre o uso terapêutico de antimicrobianos na produção animal. Embora o setor identifique traços de protecionismo nas medidas europeias, a avaliação é de que o mercado brasileiro possui maturidade para atender às normas, desde que haja suporte para a adaptação dos produtores de menor escala.
Comentários
Carregando comentários...
