Denúncias de assédio eleitoral superam marcas de 2022 em setembro
O Ministério Público do Trabalho registrou 114 casos de assédio eleitoral nos primeiros 13 dias de setembro, superando o total de todo o mês de 2022.
Pontos principais
- O MPT contabilizou 114 denúncias de assédio eleitoral entre 1º e 13 de setembro de 2026.
- O número de ocorrências em agosto subiu de 9, em 2022, para 133 em 2026.
- O assédio eleitoral é caracterizado pela pressão de empregadores sobre funcionários para influenciar o voto.
O Ministério Público do Trabalho (MPT) registrou um aumento expressivo nas denúncias de assédio eleitoral durante o início de setembro de 2026. Com 114 casos contabilizados apenas nos primeiros 13 dias do mês, o volume já ultrapassa as 68 ocorrências registradas em todo o mesmo período de 2022. O cenário de alta também foi observado em agosto, que saltou de 9 denúncias em 2022 para 133 neste ano.
O assédio eleitoral ocorre quando empregadores tentam coagir ou influenciar o voto de seus funcionários, prática que é considerada ilegal pela legislação brasileira. A tendência de crescimento preocupa autoridades, visto que, em 2022, o volume de queixas apresentou uma escalada significativa entre o primeiro e o segundo turno das eleições. O MPT segue monitorando as denúncias para garantir a liberdade de escolha dos trabalhadores durante o pleito.
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